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Ligia Guerra

Supervisão Clínica

Supervisão Clínica à Luz da Logoterapia

Todo terapeuta, em algum momento da caminhada profissional, sente a necessidade de parar, olhar para trás e perguntar: para onde estou levando meu trabalho — e a mim mesmo? A supervisão clínica nasce exatamente desse chamado: não é apenas um espaço técnico de revisão de casos, mas um encontro que devolve sentido à prática.

Sob a perspectiva da Logoterapia, abordagem criada por Viktor Frankl, centrada na busca de sentido como motivação essencial do ser humano. Supervisionar-se com Lígia Guerra é caminhar por um processo que une rigor clínico, profundidade existencial e cuidado genuíno com quem cuida.

Por que fazer supervisão com Lígia Guerra

Mais de 25 anos de experiência clínica. Lígia acompanha terapeutas de diferentes momentos de carreira, dos primeiros atendimentos aos profissionais já consolidados que buscam aprofundar sua escuta.

Formação clássica e sólida. Psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com especializações em Psicologia Analítica, Dependência Química (com enfoque em Dependência Emocional) e Psicologia do Trabalho. Sua formação em Logoterapia seguiu o rigor clássico do Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro, sustentada por grupos de estudo, análise pessoal e supervisão contínua, o mesmo tripé que hoje ela oferece a quem a procura.

Um olhar que une técnica e existência. Sua trajetória como psicanalista de formação clássica soma-se à visão logoterapêutica, trazendo à supervisão uma leitura ampla dos processos clínicos, sem perder o eixo central: o sentido que cada terapeuta encontra, ou precisa reencontrar, em seu próprio fazer.

O que a supervisão em chave logoterapêutica proporciona

  • Resgate do sentido da prática clínica — reconectar o terapeuta com o “porquê” de sua escolha profissional, sobretudo nos momentos de cansaço ou dúvida.
  • Ampliação do olhar clínico — discutir casos a partir de uma perspectiva que valoriza a liberdade, a responsabilidade e a capacidade de autotranscendência do paciente, complementando outras abordagens teóricas.
  • Prevenção do esgotamento profissional — a Logoterapia oferece ferramentas concretas para lidar com o vazio existencial que pode surgir no exercício contínuo da escuta.
  • Fortalecimento da postura terapêutica — desenvolver presença, autenticidade e coerência entre o que se pratica e o que se acredita.
  • Espaço de acolhimento para o terapeuta — um lugar seguro para elaborar as próprias dificuldades diante dos casos, sem julgamento e com escuta qualificada.
  • Desenvolvimento técnico continuado — refinamento de intervenções, manejo clínico e leitura de caso à luz de décadas de experiência prática.

Para quem é indicada

A supervisão com Lígia Guerra é indicada a psicólogos, psicanalistas e terapeutas de diferentes abordagens que desejam incorporar a perspectiva logoterapêutica ao seu trabalho, aprimorar sua escuta clínica e cuidar da própria saúde emocional como profissionais da escuta.

Supervisionar-se, sob esse olhar, não é apenas revisar técnicas — é um exercício de sentido. É reafirmar, a cada encontro, por que se escolheu esse caminho e como continuar percorrendo-o com integridade, presença e propósito.

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Supervisão Clínica

Supervisão Clínica à Luz da Logoterapia

Todo terapeuta, em algum momento da caminhada profissional, sente a necessidade de parar, olhar para trás e perguntar: para onde estou levando meu trabalho , e a mim mesmo? A supervisão clínica nasce exatamente desse chamado: não é apenas um espaço técnico de revisão de casos, mas um encontro que devolve sentido à prática.

Sob a perspectiva da Logoterapia, abordagem criada por Viktor Frankl, centrada na busca de sentido como motivação essencial do ser humano. Supervisionar-se com Lígia Guerra é caminhar por um processo que une rigor clínico, profundidade existencial e cuidado genuíno com quem cuida.

Por que fazer supervisão com Lígia Guerra

Mais de 25 anos de experiência clínica. Lígia acompanha terapeutas de diferentes momentos de carreira, dos primeiros atendimentos aos profissionais já consolidados que buscam aprofundar sua escuta.

Formação clássica e sólida. Psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com especializações em Psicologia Analítica, Dependência Química (com enfoque em Dependência Emocional) e Psicologia do Trabalho. Sua formação em Logoterapia seguiu o rigor clássico do Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro, sustentada por grupos de estudo, análise pessoal e supervisão contínua, o mesmo tripé que hoje ela oferece a quem a procura.

Um olhar que une técnica e existência. Sua trajetória como psicanalista de formação clássica soma-se à visão logoterapêutica, trazendo à supervisão uma leitura ampla dos processos clínicos, sem perder o eixo central: o sentido que cada terapeuta encontra, ou precisa reencontrar, em seu próprio fazer.

O que a supervisão em chave logoterapêutica proporciona

  • Resgate do sentido da prática clínica — reconectar o terapeuta com o “porquê” de sua escolha profissional, sobretudo nos momentos de cansaço ou dúvida.
  • Ampliação do olhar clínico — discutir casos a partir de uma perspectiva que valoriza a liberdade, a responsabilidade e a capacidade de autotranscendência do paciente, complementando outras abordagens teóricas.
  • Prevenção do esgotamento profissional — a Logoterapia oferece ferramentas concretas para lidar com o vazio existencial que pode surgir no exercício contínuo da escuta.
  • Fortalecimento da postura terapêutica — desenvolver presença, autenticidade e coerência entre o que se pratica e o que se acredita.
  • Espaço de acolhimento para o terapeuta — um lugar seguro para elaborar as próprias dificuldades diante dos casos, sem julgamento e com escuta qualificada.
  • Desenvolvimento técnico continuado — refinamento de intervenções, manejo clínico e leitura de caso à luz de décadas de experiência prática.

Para quem é indicada

“Indicada a psicólogos, logoterapeutas e terapeutas de diferentes áreas que buscam um espaço seguro para elaborar suas dificuldades diante dos casos clínicos, com escuta qualificada, experiência e embasamento teórico e prático

Supervisionar-se, sob esse olhar, não é apenas revisar técnicas … é um exercício de sentido. É reafirmar, a cada encontro, por que se escolheu esse caminho e como continuar percorrendo-o com integridade, presença e propósito.

Fale com  Lígia Guerra > [email protected]

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